O CRESCIMENTO DAS LOJAS VIRTUAIS
LOJA VIRTUAL - MARKETING DIGITAL/VIRTUAL OU E-COMMERCE/E-BUSINNES
MAGAZINE LUIZA, UM
EXEMPLO DE EXPANÇÃO DAS LOJAS VIRTUAIS
O desenvolvimento espantoso da Internet e do espaço
cibernético a partir dos anos 1990, mudou o paradigma do comércio e das
transações comerciais em todo o mundo. Hoje vivemos a realidade da civilização
digital e como consequência o comercio digital com vendas pela Internet. Assim,
é comum a criação de LOJA VIRTUAL em todos os setores comerciais. No Brasil, o
MAGAZINE LUIZA é um exemplo de criação e expansão das lojas virtuais.
Comércio eletrônico, e-businnes, e-commerce, comércio virtual
ou venda não-presencial (que se estende até venda por telemarketing), é um tipo
de transação comercial (com ou sem fins lucrativos) feita especialmente através
de um equipamento eletrônico, como, por exemplo, computadores, tablets e smartphones. A crescente informatização das
mais diversas atividades transforma a tecnologia da informação (TI) em uma área
cada vez mais relevante economicamente. A expansão levou à especialização e,
atualmente, é possível encontrar várias sub-áreas de TI dedicadas a tarefas
específicas – e que demandam profissionais com conhecimentos igualmente
aprofundados.
Seus fundamentos estão baseados em segurança, criptografia, moedas
e pagamentos eletrônicos.
Ele ainda envolve pesquisa, desenvolvimento, marketing, propaganda, negociação, vendas e suporte. É
o segmento que cuida de todas as informações eletrônicas armazenadas por uma
empresa. No caso de instituições financeiras, por exemplo, esses dados incluem
nomes de clientes e até valores de transações monetárias efetuadas por grandes
corporações.
Comércio eletrônico compreende qualquer tipo de
negócio/transação comercial que implica a transferência de informação através
da internet. Existem diferentes tipos de negócio que se estabelecem por
e-commerce, B2B (Business to Business) ou B2C
(Business to Consumer) que se dirige diretamente ao consumidor, este último
está em franco crescimento nas diversas áreas de negócio bens e serviços, com a
proliferação também da oferta de criação de lojas on-line. A criação de uma
loja on-line está a ser encarada pelas empresas não apenas como uma atualização,
acompanhamento das novas tendências, mas também como uma área de negócio
alternativa explorando as suas vantagens face aos métodos tradicionais.
Quem inicia uma loja on-line deverá ter em consideração
aspectos básicos, mas determinantes para o sucesso do negócio, nomeadamente:
1.
definição
clara do produto e/ou serviço e a sua disponibilidade imediata ou num prazo
definido on-line, normalmente dirigido a um nicho bem definido;
2.
atenção
os aspectos logísticos do negócio, muito importantes em determinado tipo de
bens;
3.
as
formas de pagamento disponíveis e os eventuais problemas de segurança que se
colocam;
4.
uma
estratégia de webmarketing clara que permita conduzir tráfego qualificado para
a loja.
O significado de Marketing do Comércio Eletrônico (MCE) vem mudando
ao longo dos últimos 30 anos. Originalmente, CE significava a facilitação de
transações comerciais eletrônicas, usando tecnologias como Eletronic Data
Interchange (EDI) e Eletronic Funds Transfer (EFT).
Ambas foram introduzidas no final dos anos 70, a permitindo que empresas
mandassem documentos comerciais como ordem de compras e contas eletronicamente.
O crescimento e a aceitação de cartões de créditos,
caixas eletrônicos,
serviços
de atendimento ao cliente (SAC) no final dos anos 80 também eram
formas de CE. Apesar de a internet ter se
popularizado mundialmente em 94, somente após cinco anos os protocolos
de segurança e a tecnologia Digital
Subscriber Line (DSL) foram introduzidos, permitindo uma conexão
contínua com a Internet.
No Brasil, o comércio eletrônico B2C surgiu em 1995, logo
depois da internet comercial. Entre as empresas pioneiras nas vendas online,
destaca-se Livraria Cultura,
Grupo Pão de Açúcar,
Lojas Americanas,
Magazine Luiza e Booknet, esta última foi comprada por um
grupo de investidores e mudou o nome para Submarino (empresa).
Em 2006 esses dois sites Americanas.com e
Submarino.com.br
se fundiram, criando, segundo analistas de mercado, uma empresa com 60% do
mercado on line brasileiro.
O crescimento no número de compradores online sempre esteve diretamente
relacionado ao aumento das velocidades de conexão. Quanto mais rápida a largura
de banda, maior a probabilidade das pessoas comprarem pela Internet, uma vez
que a experiência de navegação fica mais agradável, mantendo as pessoas
navegando por mais tempo e por mais páginas. Além disso, as lojas virtuais
podem explorar funcionalidades tais como provadores virtuais, vídeos e fotos em
alta definição, para aumentar a conversão de suas vendas.
O comércio eletrônico vem evoluindo ano após ano e conseguindo novos
adeptos, as lojas virtuais não são mais do que vitrines cheias de produtos disponíveis
para venda, o mercado de vendas online notou a necessidade de investir em
estratégias de marketing para saber o que os clientes acham de seus
produtos, acompanhar o processo de pós-venda, saber quais produtos precisam de
uma nova versão ou sair de linha de produção. Nos últimos anos vemos a chegada
de novas tecnologias que estão dando "asas a imaginação" de muitos
marqueteiros de plantão, com isso temos a aparição de novas modalidades no
e-commerce.
O
crescimento vertiginoso do número de usuários do Facebook despertou o interesse
das empresas em estarem presentes nesse canal. É possível criar uma loja
virtual dentro do Facebook usando aplicativos de e-commerce. Há vários no
mercado a custos bem acessíveis. Esses aplicativos funcionam como uma vitrine
de produtos dentro do Facebook. Quando alguém clica no botão comprar, é
direcionado para a página do produto, na loja virtual.
Dada
a presença massiva da Televisão no Brasil e os avanços do Ginga, a plataforma
de TV DIGITAL Interativa do SBTVD, em breve as compras poderão ser feitas
durante os anúncios e inserções nos programas de TV. Uma das principais
características desta forma de e-commerce é a redução do tempo entre o anúncio
e uma venda, o que deverá aumentar ainda mais os números do e-commerce no país.
Em 2016 o sinal de TV analógica (como conhecemos) no Brasil deve ser desligado
e a maioria das TVs - hoje presentes em mais de 90% dos lares brasileiros -
deverá contar com recursos de interatividade que permitirão o T-commerce.
Redes sociais são a verdadeira febre do momento na internet. E como todo
bom "marqueteiro" não pode deixar essa possibilidade passar, grandes
redes de e-commerce já começam a usá-las como ferramenta de marketing
viral, atingindo diretamente seus clientes. As empresas estão buscando usar as
redes sociais como ferramenta de atendimento, uma vez que a voz dos
consumidoras ganha cada vez mais força com as redes sociais. Consumidores
insatisfeitos já conseguem arranhar a imagem de empresas que não resolveram seu
problema, compartilhando suas experiências negativas com suas redes de amigos e
parentes e até mesmo postando vídeos com depoimentos.
Mais de 20 milhões de pessoas
acessaram uma loja online em 2009, um número de expressão, mesmo levando em
conta que dos 21 somente 12 milhões efetuaram uma compra (muitos ainda utilizam
sites de loja para fazerem pesquisas de preços). E por que isso? De acordo com
uma pesquisa feita pelo Datapopular mostrou que 61% dos internautas de baixa
renda costumam conferir os produtos em lojas físicas antes de fechar a
transação pela internet, ou tem medo de cometerem um erro no momento da compra
e não encontram garantias nos varejistas virtuais atualmente, que façam eles
transitarem da compra em loja física para a virtual. A insegurança ainda é um
obstáculo que o e-commerce esbarra quando se trata do brasileiro de menor poder
aquisitivo.
Mesmo assim o Brasil é o
segundo país com maior índice de preocupação com transações financeiras
on-line, ficando atrás apenas da Alemanha, e a frente de grandes potências
econômicas como o USA em estudo foi feito pela Unisys. Em uma escala de 0 a
300, onde 0 representa a não preocupação com a segurança e 300 preocupação
elevada, o Brasil obteve 146 pontos (Alemanha ficou com 156 e o México,
terceiro lugar, com 141).
No final de 2010, houve um
recorde na vendas de produtos online, mais de 35% de crescimento em relação ao
ano anterior.
Até 2017 serão mais de 60 mil
lojas virtuais no Brasil sendo
que dessas, apenas 30% são ativas, ou seja, realizam mais de dez vendas por
mês. O alto número de lojas virtuais inativas se dá principalmente devido à
facilidade e ao baixo custo de se abrir uma loja virtual, o que atrai muitos
aventureiros e empreendedores sem planejamento. Em 2014, o faturamento do
comércio eletrônico no Brasil atingiu quase R$ 36 bilhões.

Nenhum comentário:
Postar um comentário