NOÇÃO DE PUBLICO EM RELAÇÕES PÚBLICAS
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Prof. Dr. Sebastião Breguez
A palavra público está intimamente ligada à noção mesma da atividade de Relações Públicas, que é trabalhar públicos e Opinião Pública. Desde que Ivy Lee, na primeira década desde século, iniciou as atividades de relações públicas (ele já era homem de comunicação, era jornalista) já se tinha uma noção clara e precisa do que era público ou mesmo opinião pública. A noção de público se contrapõe à noção de elite e de massa. ELITE é a minoria prestigiada e dominante num determinado grupo social ou mesmo país, constituída de indivíduos que detém o poder (econômico, político, social).
A noção de MASSA envolve um grande número de pessoas que mantém entre si uma certa coesão de caráter social, cultural, econômico. Público, segundo Aurélio Buarque de Holanda (NOVO DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA, Rio, Ed. Nova Fronteira) vem do latim publicu, é tudo relativo ou pertencente ou destinado ao povo, coletividade; conjunto de pessoas que leem, veem ou ouvem uma obra literária, dramática, musical; conjunto de pessoas que assistem efetivamente a um espetáculo, uma reunião, a uma manifestação; assistência ou auditório; o público da corrida, do futebol, do congresso‚ disco, de uma sessão do cinema, de um concerto; conjunto de pessoas a que se destina uma mensagem artística, jornalística, publicitária; sociologicamente, um agregado ou conjunto instável de pessoas pertencentes a grupos sociais diversos, e dispersas sobre determinada área, que pensam e sentem de modo semelhante a respeito de problemas, gostos ou movimentos de opinião. Assim, público externo é o segmento do público de certa forma relacionado às atividades de uma empresa ou organização, mas que não faz parte integrante desta (fornecedores, consumidores, autoridades governamentais, público em geral).
Público Interno é o segmento do público constituído essencialmente dos diretores e empregados de uma empresa ou organização, incluindo, eventualmente, acionistas, conselheiros, vendedores, etc.
Já o professor Cândido Teobaldo de Andrade (DICIONÁRIO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS E COMUNICAÇÃO, SP, Ed. Saraiva) no verbete público ( entre várias definições) diz: "Para as RRPP este vocábulo adquire uma significação especial, pois se refere aos grupos de indivíduos cujos interesses comuns são atingidos pelas ações de uma organização, instituição ou empresa da mesma forma que os atos desses grupos se refletem na organização ( ver o Guia de Relações Públicas do Exército).
Uma outra formulação vem dos estudos do sociólogo Gabriel Cohn, em sua tese de doutoramento, na USP, publicada em livro (SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO, SP, Ed. Pioneira, 1973). O autor estuda exaustivamente as noções de Massa, Público e Elite. Ele diz que a noção de público é inseparável daquelas de opinião (na área política) e gosto (na esfera estética).Assim, público envolve a noção de cidadão (no campo político). Historicamente, então, o público aparece sociedades quando há manifestações políticas em favor de um ou outro partido político, ou então, de preferências religiosas (depois do aparecimento do Protestantismo, por exemplo), ou mesmo preferências culturais (com a criação da imprensa móvel por Gutemberg, no Séc. XV, que permitiu a difusão da mensagem impressa através de jornais e livros - o que favoreceu a difusão da literatura, da filosofia e das doutrinas políticas). Portanto, desde o século XV já tínhamos a formação da Opinião Pública ( com públicos diferenciados). Depois da revolução Francesa, que derrubou a Monarquia, cria-se o Estado Moderno com partidos políticos - foi na Revolução Francesa, por exemplo, que surgiu a noção de esquerda ou direita. Com a revolução Industrial, cria-se as empresas que passam a dominar o mercado da produção e do consumo - ai surge a noção de público-consumidor, que mais tarde é desenvolvida.
Público, assim, é um termo com que os homens de Comunicação se defrontam no seu cotidiano; está presente no vocabulário de políticos, homens de empresas, jornalistas, publicitários, administradores de empresa, etc. A palavra ganhou notoriedade e está muito ligado ao fenômeno da Opinião Pública. Usa-se e abusa-se da palavra público, o que induz obviamente à dispersão de conceitos e se confundem conceitos como público, povo, massa, multidão, etc. Daí a necessidade, para o profissional de Relações Públicas, de fazer a delimitação conotativa do termo de modo a utilizar a expressão em sua concepção mais adequada. Todos os vocábulos mencionados acima supõem um número que é o grupo de gente em processo de manifestação, resposta-estímulo, identificação e integração. O público, todavia, implica uma característica particular, situada acima do grupo, que supera os impulsos de agregação interior para revelar certa forma de coesão exteriorizada.
O termo público em RRPP indica "relações com o público". O que é, então, um público? O público é um grupo de pessoas que se distinguem das outras por uma ou mais características em comum, como ler o mesmo jornal, trabalhar para a mesma companhia, professar a mesma religião, frequentar a mesma escola ou viver no mesmo bairro. Todo público está sujeito a uma análise baseada em uma pesquisa separada. Cada público tem suas atitudes próprias. Desenvolveram-se formas e meios de eficiência comprovada para atingir públicos individuais. O trabalho dirigido a um público muitas vezes obtém um impacto em outros. A extensão desse fenômeno é medida pela pesquisa e levada em consideração na distribuição de recursos para o esforço geral das Relações Públicas.
Os públicos tem sido comparados a alvos. Cada público pode ser corretamente considerado como um alvo das Relações Públicas. Difere, porém, do alvo em um ponto muito mais importante no sentido militar. O alvo militar, ao ser atingido, destruído ou posto fora de ação. No trabalho de RP, o alvo (ou público), ao ser atingido plena e eficientemente, torna-se um aliado que passa a auxiliar a tarefa das RRPP. Acionista, por exemplo, com quem se realiza uma campanha de RP bem sucedida, tudo fará para fomentar o apoio de outros indivíduos e de outros públicos.
O estudo da natureza do público em RP não constitui motivo de inquietação para a maioria dos autores de livros de Relações Públicas. Entre os escritores norte-americanos apenas Bertrand Canfield, Scott Cutlip, Allen Center e Harwood Childs, talvez porque voltados para os fundamentos psicossociológicos de RRPP, cuidaram do problema com certa profundidade, estabelecendo conceitos e diretrizes a respeito do público. A verdade é que muitos profissionais de Relações Públicas, afirmando um pragmatismo a si próprio conveniente, deixam de lado essa questão, como se o estudo da "matéria prima" de RP fosse uma diminuição para os seus altos conhecimentos práticos do assunto. Outros, porém, preocupam-se em procurar uma conceituação psicossociológica de público, como primeiro e fundamental passo para a compreensão e o êxito das atividades de RRPP. De qualquer maneira, existem anotações acerca do público, empíricas ou científicas, o que demonstra a necessidade de uma diligência maior em torno do problema.
Tem havido zelo por parte dos estudiosos de Relações Públicas em chamar a atenção para o fato de que não existe um só tipo de público. Em Paris, durante uma série de conferências, já em 1959, sob o tema Técnicas atuais de RRPP, L. Justet assim se expressou: "Pode-se dizer que as RRPP se dirigem ao público, ou mais exatamente aos dirigentes públicos. Com efeito, uma ideia a ser guardada nesta série de conferências, que não existe um público, mas uma pluralidade de públicos, um grande número de públicos que são, de tal forma, diferentes uns dos outros que falar a um, não quer dizer, que os outros possam compreender-nos.
Ibany da Cunha Ribeiro, na monografia Relações da Administração com o Público ( 1950), diz: " Logo, o público ‚ uma abstração, e o que realmente existe são diferentes públicos que devem ser isolados e tratados por processos diferentes, não só quanto a sondagens de opinião, como para a veiculação de informações, efetivação de trabalho educativo ou quanto ao atendimento geral".
Interessante observar que, nessa monografia, Ibany da Cunha Ribeiro ao empregar a palavra público quase sempre a usou entre aspas, como, por exemplo, nesta frase: "Como a ação da publicidade é de efeito lento no espírito humano para se conseguirem resultados mais rápidos e econômicos devem ser isolados os elementos componentes do "público" em grupos de interesses afins".
"Para fins de RRPP, pode-se considerar a cidade tendo, não apenas um tipo de público, mas vários, significando isto que há grupos com maiores e menores interesses em comum. Alguns dos tipos de públicos mais comuns, selecionados quase ao acaso, podem ser mencionados apenas à guisa de ilustração; contribuintes que poderão ser subclassificados de acordo com o imposto que pagam; grupos comerciais ou industriais; crianças em idade escolar; pais de crianças em idade escolar; grupos eclesiásticos; organizações de trabalho; pessoas que recebem assistência pública; pessoas que trabalham em centros de diversões; grupos raciais; funcionários da Municipalidade; pessoas à procura de empregos; credores e estabelecimentos financeiros; fornecedores da Municipalidade; consumidores de serviços públicos; e assim por diante, uma lista quase sem fim" (Instituto Brasileiro de Administração Municipal, Leituras de Administração Municipal).
Numa empresa, tradicional, ou mesmo organização/instituição, os públicos se dividem em:
1) PUBLICO INTERNO;
2) PUBLICO EXTERNO;
3) PUBLICO MISTO.
1. PÚBLICO INTERNO é o constituído pelo grupo de pessoas que trabalham diretamente na Empresa, instituição ou organização. Enfim, ‚ o grupo de pessoas que é capaz de gerir a Empresa, ou seja:
1.1. Funcionários em geral (proprietários, diretores, empregados, enfim, todo o pessoal da empresa.
2. PÚBLICO EXTERNO é conjunto de indivíduos que são segmentados por interesses comuns em relação à sociedade, e que, possam estar ligados direta ou indiretamente com uma Empresa, Instituição ou Organização. Entre estes segmentos podemos citar os seguintes:
* Acionistas da empresa;
* Associações de Classe;
* Comunidade em geral (população);
* Comunidade Vizinha;
* Concorrentes;
* Concorrentes (clientes, fregueses, pacientes, usuários etc);
* Entidades em geral;
* Fornecedores;
* Governo (Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário; Federal,
Estadual e Municipal);
* Imprensa (Rádios, Jornais, Televisões etc);
* Revendedores (Distribuidores etc);
* Sindicatos (Patronais, de Empregados, etc).
3. PÚBLICO MISTO é o que tem, simultaneamente, características de público interno e externo, entre estes podemos destacar os seguintes:
* Conselho de Acionistas;
* Família dos Funcionários:
* Prestadores de serviços ( que trabalham em empresa )
A noção de MASSA envolve um grande número de pessoas que mantém entre si uma certa coesão de caráter social, cultural, econômico. Público, segundo Aurélio Buarque de Holanda (NOVO DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA, Rio, Ed. Nova Fronteira) vem do latim publicu, é tudo relativo ou pertencente ou destinado ao povo, coletividade; conjunto de pessoas que leem, veem ou ouvem uma obra literária, dramática, musical; conjunto de pessoas que assistem efetivamente a um espetáculo, uma reunião, a uma manifestação; assistência ou auditório; o público da corrida, do futebol, do congresso‚ disco, de uma sessão do cinema, de um concerto; conjunto de pessoas a que se destina uma mensagem artística, jornalística, publicitária; sociologicamente, um agregado ou conjunto instável de pessoas pertencentes a grupos sociais diversos, e dispersas sobre determinada área, que pensam e sentem de modo semelhante a respeito de problemas, gostos ou movimentos de opinião. Assim, público externo é o segmento do público de certa forma relacionado às atividades de uma empresa ou organização, mas que não faz parte integrante desta (fornecedores, consumidores, autoridades governamentais, público em geral).
Público Interno é o segmento do público constituído essencialmente dos diretores e empregados de uma empresa ou organização, incluindo, eventualmente, acionistas, conselheiros, vendedores, etc.
Já o professor Cândido Teobaldo de Andrade (DICIONÁRIO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS E COMUNICAÇÃO, SP, Ed. Saraiva) no verbete público ( entre várias definições) diz: "Para as RRPP este vocábulo adquire uma significação especial, pois se refere aos grupos de indivíduos cujos interesses comuns são atingidos pelas ações de uma organização, instituição ou empresa da mesma forma que os atos desses grupos se refletem na organização ( ver o Guia de Relações Públicas do Exército).
Uma outra formulação vem dos estudos do sociólogo Gabriel Cohn, em sua tese de doutoramento, na USP, publicada em livro (SOCIOLOGIA DA COMUNICAÇÃO, SP, Ed. Pioneira, 1973). O autor estuda exaustivamente as noções de Massa, Público e Elite. Ele diz que a noção de público é inseparável daquelas de opinião (na área política) e gosto (na esfera estética).Assim, público envolve a noção de cidadão (no campo político). Historicamente, então, o público aparece sociedades quando há manifestações políticas em favor de um ou outro partido político, ou então, de preferências religiosas (depois do aparecimento do Protestantismo, por exemplo), ou mesmo preferências culturais (com a criação da imprensa móvel por Gutemberg, no Séc. XV, que permitiu a difusão da mensagem impressa através de jornais e livros - o que favoreceu a difusão da literatura, da filosofia e das doutrinas políticas). Portanto, desde o século XV já tínhamos a formação da Opinião Pública ( com públicos diferenciados). Depois da revolução Francesa, que derrubou a Monarquia, cria-se o Estado Moderno com partidos políticos - foi na Revolução Francesa, por exemplo, que surgiu a noção de esquerda ou direita. Com a revolução Industrial, cria-se as empresas que passam a dominar o mercado da produção e do consumo - ai surge a noção de público-consumidor, que mais tarde é desenvolvida.
Público, assim, é um termo com que os homens de Comunicação se defrontam no seu cotidiano; está presente no vocabulário de políticos, homens de empresas, jornalistas, publicitários, administradores de empresa, etc. A palavra ganhou notoriedade e está muito ligado ao fenômeno da Opinião Pública. Usa-se e abusa-se da palavra público, o que induz obviamente à dispersão de conceitos e se confundem conceitos como público, povo, massa, multidão, etc. Daí a necessidade, para o profissional de Relações Públicas, de fazer a delimitação conotativa do termo de modo a utilizar a expressão em sua concepção mais adequada. Todos os vocábulos mencionados acima supõem um número que é o grupo de gente em processo de manifestação, resposta-estímulo, identificação e integração. O público, todavia, implica uma característica particular, situada acima do grupo, que supera os impulsos de agregação interior para revelar certa forma de coesão exteriorizada.
O termo público em RRPP indica "relações com o público". O que é, então, um público? O público é um grupo de pessoas que se distinguem das outras por uma ou mais características em comum, como ler o mesmo jornal, trabalhar para a mesma companhia, professar a mesma religião, frequentar a mesma escola ou viver no mesmo bairro. Todo público está sujeito a uma análise baseada em uma pesquisa separada. Cada público tem suas atitudes próprias. Desenvolveram-se formas e meios de eficiência comprovada para atingir públicos individuais. O trabalho dirigido a um público muitas vezes obtém um impacto em outros. A extensão desse fenômeno é medida pela pesquisa e levada em consideração na distribuição de recursos para o esforço geral das Relações Públicas.
Os públicos tem sido comparados a alvos. Cada público pode ser corretamente considerado como um alvo das Relações Públicas. Difere, porém, do alvo em um ponto muito mais importante no sentido militar. O alvo militar, ao ser atingido, destruído ou posto fora de ação. No trabalho de RP, o alvo (ou público), ao ser atingido plena e eficientemente, torna-se um aliado que passa a auxiliar a tarefa das RRPP. Acionista, por exemplo, com quem se realiza uma campanha de RP bem sucedida, tudo fará para fomentar o apoio de outros indivíduos e de outros públicos.
O estudo da natureza do público em RP não constitui motivo de inquietação para a maioria dos autores de livros de Relações Públicas. Entre os escritores norte-americanos apenas Bertrand Canfield, Scott Cutlip, Allen Center e Harwood Childs, talvez porque voltados para os fundamentos psicossociológicos de RRPP, cuidaram do problema com certa profundidade, estabelecendo conceitos e diretrizes a respeito do público. A verdade é que muitos profissionais de Relações Públicas, afirmando um pragmatismo a si próprio conveniente, deixam de lado essa questão, como se o estudo da "matéria prima" de RP fosse uma diminuição para os seus altos conhecimentos práticos do assunto. Outros, porém, preocupam-se em procurar uma conceituação psicossociológica de público, como primeiro e fundamental passo para a compreensão e o êxito das atividades de RRPP. De qualquer maneira, existem anotações acerca do público, empíricas ou científicas, o que demonstra a necessidade de uma diligência maior em torno do problema.
Tem havido zelo por parte dos estudiosos de Relações Públicas em chamar a atenção para o fato de que não existe um só tipo de público. Em Paris, durante uma série de conferências, já em 1959, sob o tema Técnicas atuais de RRPP, L. Justet assim se expressou: "Pode-se dizer que as RRPP se dirigem ao público, ou mais exatamente aos dirigentes públicos. Com efeito, uma ideia a ser guardada nesta série de conferências, que não existe um público, mas uma pluralidade de públicos, um grande número de públicos que são, de tal forma, diferentes uns dos outros que falar a um, não quer dizer, que os outros possam compreender-nos.
Ibany da Cunha Ribeiro, na monografia Relações da Administração com o Público ( 1950), diz: " Logo, o público ‚ uma abstração, e o que realmente existe são diferentes públicos que devem ser isolados e tratados por processos diferentes, não só quanto a sondagens de opinião, como para a veiculação de informações, efetivação de trabalho educativo ou quanto ao atendimento geral".
Interessante observar que, nessa monografia, Ibany da Cunha Ribeiro ao empregar a palavra público quase sempre a usou entre aspas, como, por exemplo, nesta frase: "Como a ação da publicidade é de efeito lento no espírito humano para se conseguirem resultados mais rápidos e econômicos devem ser isolados os elementos componentes do "público" em grupos de interesses afins".
"Para fins de RRPP, pode-se considerar a cidade tendo, não apenas um tipo de público, mas vários, significando isto que há grupos com maiores e menores interesses em comum. Alguns dos tipos de públicos mais comuns, selecionados quase ao acaso, podem ser mencionados apenas à guisa de ilustração; contribuintes que poderão ser subclassificados de acordo com o imposto que pagam; grupos comerciais ou industriais; crianças em idade escolar; pais de crianças em idade escolar; grupos eclesiásticos; organizações de trabalho; pessoas que recebem assistência pública; pessoas que trabalham em centros de diversões; grupos raciais; funcionários da Municipalidade; pessoas à procura de empregos; credores e estabelecimentos financeiros; fornecedores da Municipalidade; consumidores de serviços públicos; e assim por diante, uma lista quase sem fim" (Instituto Brasileiro de Administração Municipal, Leituras de Administração Municipal).
Numa empresa, tradicional, ou mesmo organização/instituição, os públicos se dividem em:
1) PUBLICO INTERNO;
2) PUBLICO EXTERNO;
3) PUBLICO MISTO.
1. PÚBLICO INTERNO é o constituído pelo grupo de pessoas que trabalham diretamente na Empresa, instituição ou organização. Enfim, ‚ o grupo de pessoas que é capaz de gerir a Empresa, ou seja:
1.1. Funcionários em geral (proprietários, diretores, empregados, enfim, todo o pessoal da empresa.
2. PÚBLICO EXTERNO é conjunto de indivíduos que são segmentados por interesses comuns em relação à sociedade, e que, possam estar ligados direta ou indiretamente com uma Empresa, Instituição ou Organização. Entre estes segmentos podemos citar os seguintes:
* Acionistas da empresa;
* Associações de Classe;
* Comunidade em geral (população);
* Comunidade Vizinha;
* Concorrentes;
* Concorrentes (clientes, fregueses, pacientes, usuários etc);
* Entidades em geral;
* Fornecedores;
* Governo (Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário; Federal,
Estadual e Municipal);
* Imprensa (Rádios, Jornais, Televisões etc);
* Revendedores (Distribuidores etc);
* Sindicatos (Patronais, de Empregados, etc).
3. PÚBLICO MISTO é o que tem, simultaneamente, características de público interno e externo, entre estes podemos destacar os seguintes:
* Conselho de Acionistas;
* Família dos Funcionários:
* Prestadores de serviços ( que trabalham em empresa )




